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Avanço de ignição

Para a central de injeção eletrônica determinar o avanço da ignição ela necessita do sinal de alguns sensores.É de se salientar que o avanço de ignição é subordinado , exclusivamente ao numero de rotação e à temperatura do liquido de arrefecimento do motor.
               


                                       


  • Sensor de rotação 
gera um sinal monofásico alternado, cujo sinal indica a rotação do motor.

  • Debimetro
Medidor fluxo de ar baseado na quantidade de ar transforma esse valor em um sinal elétrico
  • Sensor de detonação
corrige o avanço de ignição somente na vela do cilindro correspondente.

  • Sensor de posição da borboleta
Transforma o valor angular assumido pela própria borboleta num sinal elétrico permitindo à central reconhecer as condições de carga; minima , parcial e plena.

Em regime de aquecimento, a central , com base nas informações recebidas pelos sensores, controla o atuador de marcha lenta que determina a quantidade de ar necessária para garantir a marcha lenta estável ao motor.
E na fase de partida a central comanda uma primeira injeção simultânea para todos  os injetores ( injeção full group) e depois do reconhecimento do sensor da roda fônica passa a funcionar seguindoo seu sistema sequencial; seja ele fasado , banco a banco .
   


  • sistema de ignição convencional


                                     


  • Sistemas de  ignição indutivo








ignição dentro do cilindro

Por dentro do cilindro, podemos observar o momento de funcionamento das vauvula de admissão e escape realizando seus papéis em perfeito estado principalmente a vedação  ocorrendo assim a pressurização e a combustão que sem este não ocorreria .


   
     Avanço de ignição

O mapeamento da ignição é obtido por meio de três variáveis :
Pressão do coletor, rotação e temperatura do motor.
A unidade recebe essas variaveis e ajusta automaticamente o avanço da ignição.

Cabo de ignição







A função do cabo de ignição é de conduzir a alta tensão produzida na bobina de ignição,até as velas de ignição de uma forma que não cause interferência no componentes eletrônicos automotivos e que haja a perda de corrente elétrica (fuga de corrente), e sem falhas. Para isso o cabo precisa ter algumas características:

  • Resistência a alta temperatura pois o cofre do motor atinge temperaturas acima de 150C
  • Maior supressão de ruídos pois os veículos possuem equipamentos eletrônicos e o cabo filtra a interferência por rádio frequência.
  • Maior rigidez de elétrica, tem que resistir a alta tensão e evitar a fuga.
  • Resistência a ataques químicos como vazamento de óleo e combustível.
Tipos de cabos


  1. Com terminal resistivo (tipo ST).
  2. O cabo de ignição é resistivo ( tipo SC), o que muda é a forma de materiais confeccionados.

Teste de resistência Ôhmica

É de se observar que os valores ôhmicos serão diferentes pois é de se levar em consideração os tamanhos dos cabos (comprimento).
Com auxilio de um multímetro ou ohmímetro em uma escala de 20 K Ohms.
Cabo tipo SC tem a resistência no próprio cabo, cada um tem um determinado valor.
A resistência é de 7,5Kohms por metro, com tolerância de 40%. O cabo mais curto tem valor menor de que os anteriores.
Cabo tipo ST sua resistência está nos terminais, independente do tamanho do cabo a resistência será a mesma.
Cada cabo de ignição apresentará de 4,0 a 8,0 Kohms e o cabo da bobina, de 1,0 a 3,0Kohms.

*É de se destacar que para que se haja a centelha na câmara de combustão, é necessario não só do ar e combustível mas também de uma pressão determinada.
Caso você tenha um centelhador. deve-se ajustar sua abertura para 15mm e observar a coloração da centelha.
cor azul : seu sistema esta em bom funcionamento.
cor amarela ou vermelha: existe problema no cabo ou na bobina.






Velas de ignição você as conhecem


Velas de Ignição
A melhor ignição começa pelas velas e cabos

O que são velas de ignição, para que servem, quais os modelos,vela quente e vela fria são algumas das respostas que você vai encontra aqui.
Com a evolução dos motores e suas tecnologias empregadas, muitos profissionais  não dão a  importância e ou orientam a seus clientes a respeito da troca e manutenção deste componente; e até mesmo desconhecem tais procedimentos.
De uma forma geral as velas de ignição tem como função descarregar uma alta tensão dentro da câmara de combustão do motor (centelha), em dado momento fazendo assim a combustão dos gazes, ar e combustível, levando  a movimentação do pistão e por fim gerando ou transformando a energia química em energia física.

   
"Tempos de um motor de quatro cilindros"







As velas de ignição, não só são responsáveis por gerar a centelha mas hoje com o surgimento  das centrais  ECU, elas precisam ter um bom isolamento eletrônico para   evitar a queima da mesma e ainda desenvolver o perfeito funcionamento dos motores tanto a gasolina , a álcool e ainda 
os flex, eu digo perfeito funcionamento devido ao combustível que temos e abastecemos nossos automóveis de péssima qualidade.





    ANATOMIA DA VELA DE IGNIÇÃO


         O tipo de construção  os material utilizados e o processo de produção determinam juntos o quanto a vela de ignição atende a alta exigência a ela imposta.

1. Barreira contra fuga de corrente

Impede fugas de alta tensão, e com isso, as falhas de ignição

2. Isolador

O isolador é feito predominante de óxido de alumínio e tem a função de isolar o pino de conexão e o eletrodo central da carcaça.

3. Pino de conexão

Nas velas Bosch Super, o pino de conexão é de aço.

4. Anel de rebordo

Para fixar e vedar o isolador

5. Carcaça

A carcaça é feita de aço e niquelado para mair proteção contra corrosão. É utilizada para fixar avela à cabeça do cilindro.

6. Massa de vidro

A massa de vidro utilizada é elétrica e termicamente condutiva. Sua função é também conectar o pino de conexão ao eletrodo central.

7. Arruela interna de vedação


Para fixar e vedar o isolador.

8.Eletrodo central

O eletrodo central consiste em uma liga de níquel-cromo com núcleo de cobre.

9. Eletrodo massa



      VELAS QUENTES OU FRIAS

  Quando o motor do carro é desenvolvido e construído lhe é determinado o tipo de vela empregado para aquele determinado e regime de funcionamento do motor.
Como este componente,a vela de ignição, tem o papel de conduzir altas tensão,de acordo com  a necessidade e regime de funcionamento, é normal que a mesma venha a se aquecer seja pela corrente como também pelos gases de combustão.
Como foi discriminado acima no item 07 da anatomia da vela, seu corpo é composto de uma rosca a qual é fixada ao motor e em seu interior o isolante térmico. Toda vela de ignição tem um grau térmico a se respeitar   e esse grau térmico condiz o quanto a vela de ignição consegue dissipar .
A vela quente, trabalha em uma temperatura elevada o suficiente para queimar depósitos de carvão quando o veiculo esta em baixa velocidade.Ela possui um longo percurso de dissipação de calor o que permite manter alta temperatura na ponta do isolador.
Já a vela do tipo frio é uma vela feita para trabalha em regime mais fria porém o suficiente para evitar a carbonização quando o veiculo esta em baixa velocidade. Possui um percursos mais curto permitindo uma rápida dissipação de calor. É adequada em regimes de alta solicitação do motor.
O que ocorre se usarmos uma vela não de acordo com o motor o qual foi desenvolvido:
Aplicação de velas frias acarretam no acumulo de sedimentos na ponta de ignição, e estes sedimentos vão acarretar na fuga de corrente elétrica fazendo assim a perda da faísca gerando a não combustão do combustível perda de potência enfim levando ao mal funcionamento do motor e desperdício de combustível..... .
A aplicação de velas do tipo quente ,por ela ter uma temperatura elevada em sua dissipação de calor pode gerar uma pré ignição no momento de combustão,também pode ocorrer uma fusão dos eletrodos das velas, como ainda travar e ou perfurar os pistões.

CÓDIGO DAS VELA

Como identifica ou interpretar os códigos das velas:










trânsito x cabo de ignição e vela


Pouca gente imagina que a quilometragem do carro pode enganar quanto ao intervalo de manutenção de algumas peças. Por exemplo, um veículo que constantemente enfrenta engarrafamentos pode não rodar muito, mas o motor fica ligado durante o lento e demorado trajeto, se desgastando do mesmo jeito, mas sem entrar na "conta" da odômetro. Por isso, as fabricantes de automóveis consideram o trânsito urbano como uso severo - e o mecânico deve orientar o proprietário que enfrenta trânsito pesado a cortar pela metade o intervalo de manutenção e troca de peças ligadas ao motor.
Velas e cabos são dois bons exemplos de peças que sofrem nos congestionamentos.
Ricardo Namie, chefe da assistência técnica da NGK, declara que os carros atuais conseguem compensar o desgaste das velas, deixando o comportamento do carro inalterado para quem o dirige, mas uma análise mais detalhada pode revelar os problemas. "Se você for pegar o consumo desse carro, com certeza estará maior", explica. A emissão de poluentes também fica comprometida nesse caso.
"É importante conscientizar o mecânico que o uso diário em grandes centros urbanos é um uso severo", garante o técnico Hiromori Mori, da assistência técnica da NGK. "Em geral, a pessoa imagina que o trânsito severo seria aquele da autoestrada", afirma o técnico Paulo Godinho, também da assistência técnica da NGK, responsável pelo procedimento que está a seguir.
O final da vida útil de velas e cabos causam falhas imperceptíveis no início, mas que vão se agravando rapidamente. A substituição desses componentes é simples, mas muitas vezes é ignorada nas primeiras avaliações, podendo levar a diagnósticos equivocados .